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Doce para a Mamãe ! Copinhos de chocolate com chantilly e morango.

| Receitas | 28 de abril de 2009

Ingredientes:

100 ml de creme de leite gelado
2 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (chá) de licor de chocolate
4 copinhos de chocolate
4 morangos limpos
1/2 kiwi em 4 pedaços

Modo de Preparo:

Bata na batedeira o creme de leite por 2 minutos, ou até obter um chantilly firme. Adicione o açúcar e bata por mais 2 minutos. Distribua nos copinhos o licor de chocolate e o chantilly. Decore cada um deles com um morango e um pedaço de kiwi.

Rendimento: 4 doces

Dica: Para servir você pode dispor nas Bandejas com Alça – Linha Átina e Lyon da Brinox.

Enviada por: BRINOX

1421/140 – Bandeja c/ alça 28x40cm – Aço Inox – Átina
1423/137 – Bandeja c/ alça 23x37cm -Aço Inox- Átina
2367/137 – Bandeja c/ alças 37x27cm – Aço Inox – Lyon
2367/142 – Bandeja c/ alças 42x31cm – Aço Inox – Lyon
2367/149 – Bandeja c/ alças 49x36cm – Aço Inox – Lyon

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A marcha do caracol

| Dicas e Sugestões, Realidade | 28 de abril de 2009

Em 1986, para contrapor a ética da velocidade, o italiano Carlo Petrini fundou um grupo chamado Slow Food. Lentamente, bem ao estilo proposto pelos seguidores da filosofia que prega mais atenção (e tempo) na degustação de alimentos e preservação de sabores locais, a organização vem crescendo e já conta com 80 mil participantes no mundo.
O pequeno grupo fundado na cidade de Bra, na Itália, se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989. Com quase 20 anos de idade, o movimento tem crescido como o principal defensor de uma verdadeira marcha ré na mudança dos hábitos de uma sociedade que vem sofrendo com a sensação de que não sobra tempo para nada apesar dos avanços da tecnologia que, em tese, deveriam economizar minutos preciosos com deslocamento, burocracia e comunicação.
“É inútil forçar os ritmos da vida. A arte de viver consiste em aprender a dar o devido tempo às coisas”, diz Petrini. O fundador da associação escolheu um caracol, molusco famoso pela lentidão, como símbolo da mudança. No Brasil, existem 15 grupos locais do Slow Food, de um total de mil unidades regionais espalhadas pelo mundo.
Além de reunir pessoas em torno do mesmo ideal de vida, o movimento também busca sensibilizar as autoridades a preservar a biodiversidade gastronômica de cada região, atuando como parceiro de organismos como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e até com o governo brasileiro. O Slow Food também tem se dedicado à educação do gosto, promovendo aulas para que as pessoas aumentem a percepção da boca e passem adiante os ensinamentos para as próximas gerações.
A associação está ligada até a Universidade de Ciências Gastronômicas da região do Piemonte, na Itália. Aqui, os alunos não têm aula de culinária e, sim, aprendem sobre a história, teorias e escolas da alimentação. Outro projeto curioso é a Arca do Gosto, que tem como objetivo redescobrir e catalogar sabores esquecidos, documentando produtos gastronômicos excelentes que estão em risco de desaparecer. Desde o inicio da iniciativa, em 1996, mais de 750 produtos de dezenas de países foram integrados na Arca.
O caracol está em marcha – a passos lentos.
Saiba mais: http://www.slowfoodbrasil.com/

Dilema ecológico

| Realidade | 28 de abril de 2009

Primeiro foram as sacolas dos supermercados. Agora, os novos vilões da humanidade são os copinhos plásticos, aqueles que ficam ao lado do bebedor em qualquer empresa. Eis que muitas pessoas preocupadas com o futuro do planeta estão em campanha contra o uso dos tais copinhos, aparentemente inofensivos.
Para evitar o consumo abusivo do derivado de petróleo, existe um movimento que sugere que cada funcionário de empresa leve seu próprio copo ou caneca para evitar o desperdício de copinhos, que são jogados fora após o primeiro uso. Mas uma reportagem do jornal inglês The Guardian coloca em xeque a eficiência da troca de copinhos por canecas.
Segundo o levantamento da publicação, uma caneca de cerâmica precisa ser utilizada centenas de vezes (talvez milhares) para compensar o impacto ecológico da aposentadoria dos copos de plástico. Acontece que os recursos naturais gastos para fabricar cada caneca são muito superiores aos utilizados para elaborar cada copo. Além disso, as canecas precisam ser lavadas, diferentemente dos copos, consumindo água e sabão. Existe ainda a ponderação de que as canecas são muito mais pesadas e, portanto, exigem mais esforços de transporte e mais combustível (ou seja, o mesmo petróleo que se pretendia poupar ao banir os copinhos). As respostas do jornal não são conclusivas, mas ajudam a dimensionar a eficácia das campanhas de mudança de hábito em prol do planeta.
E atenção: o próximo vilão está surgindo. Os esforços dos ambientalistas estão se direcionando, aos poucos, para os fabricantes de lenços de papel. Organizações como o Greepeace acusam empresas de desmatar florestas importantes para produzir o produto. Portanto, prepare-se para ressuscitar o antigo lenço de algodão.

Fonte : Tramontina

Quiche lorraine

| Receitas | 28 de abril de 2009

Ingredientes:

- 1 kg de farinha especial
- 400 g de manteiga
- Meia colher de chá de sal
- 300 ml de leite
- Manteiga (para untar a fôrma)
- 2 ovos
- 75 ml de creme de leite
- Meia colher de chá de noz moscada em pó
- 50 g de queijo emmental ralado
- 50 g de queijo provolone ralado
- 400 g de bacon

Misture a farinha, a manteiga e o sal em um recipiente, até formar uma espécie de farofa grossa. Aos poucos, vá colocando o leite e amasse com a ponta dos dedos, até obter uma massa homogênea. Cubra e leve à geladeira por 20 minutos. Com o rolo, abra a massa e forre com ela o fundo e as bordas de uma fôrma redonda, untada com manteiga. Fure o fundo da massa com um garfo, para que não estufe. Corte o bacon em cubos pequenos, frite rapidamente em uma frigideira e reserve. Em outro recipiente, misture os ovos, o creme de leite e a noz-moscada. Adicione os queijos e o bacon e misture bem. Coloque o recheio sobre a massa e leve-a ao forno pré-aquecido a 170ºC, por aproximadamente 40 minutos

Fonte : Tramontina

O amargo que faz bem

| Geral | 28 de abril de 2009

Para pais e dentistas, o chocolate sempre foi sinônimo de porcaria. Mas, na sua essência, o doce faz bem. É isso que vem sendo por pesquisadores.

Descoberto pelos astecas a algumas centenas de anos atrás, o principal componente do chocolate, o cacau, era, em sua origem, amargo. Seu gosto forte era muito apreciado pelos primeiros habitantes do México que o bebiam na forma líquida e lhe atribuíam um poder excitante.

Difundido pelo mundo pelos colonizadores europeus do Velho Mundo, a especiaria logo caiu no gosto da maioria. Mas para virar uma verdadeira unanimidade lucrativa para as indústrias, acabou recebendo, ao longo dos anos, altas doses de açúcar e manteiga de cacau, um tipo de gordura presente no grão. Virou um doce e perdeu seu componente nutritivo.

Estudos recentes mostram que os astecas apreciavam o alimento na sua melhor forma: a amarga. Em quantidades superiores a 60% na mistura – que se encontra nas versões de chocolate amargo e meio amargo – , o cacau tem o poder se prevenir o envelhecimento celular. Tudo por causa da presença de substâncias antioxidantes – uma delas tem o nome esquisito de flavonóide – que atuam evitando, literalmente, que as células enferrujem e percam sua função no organismo.

O mais curioso é que as descobertas científicas estão ajudando a recuperar a sabedoria asteca na preparação de um dos alimentos mais saborosos do mundo, o que pode lhe custar alguns pontos a menos no quesito popularidade. Mas a volta do amargo às barras de chocolate vai recuperar os benefícios nutritivos perdidos e debelar dois vilões da forma física, o açúcar e a gordura. Será uma troca para o bem da saúde _ e da balança.

Receita:

Mousse de chocolate amargo

- 1 te de chocolate amargo de 200 gramas
- 3 colheres de açúcar
- 1 lata de creme de leite
- calda de chocolate
- amêndoas torradas
- chantilly
- 3 claras

Dissolver em banho-maria o chocolate no creme de leite. Separadamente bater as claras e adicionar o açúcar. Misturar o chocolate com as claras e levar à geladeira. Na hora de servir acrescentar a calda de chocolate, chantilly e decorar com as amêndoas torradas.

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Segredo à Milanesa

| Geral, Realidade | 28 de abril de 2009

Não é preciso tomar um avião, sobrevoar o oceano e desembarcar em Milão, na Itália, para saborear um bife à milanesa de respeito. Basta cruzar a fronteira no extremo sul do Brasil e conhecer o Uruguai e suas maravilhas gastronômicas.

Assim que a cidade do Chuí para e se chamar Chuy, já no lado uruguaio, o visitante nota diferenças marcantes na mesa. O cachorro-quente, por exemplo, perde ervilha, o milho, a batata palha e todas as manias brasileiras. Se torna um mero lanche de salsicha de boa qualidade e pão – o famoso pancho. A transformação de cachorro-quente em pancho é imediata, ocorre no instante que se cruza a fronteira.

O mesmo ocorre com o bife à milanesa. No Uruguai, o bife à milanesa faz parte da cardápio básico. Supõe-se que tenha virado uma iguaria em Miontevideu e Punta del Este, onde milionários passam o verão e sustentam a boa gastronomia local, uma cultura que evolui há décadas com a presença de chefs experientes e tarimbados no balneário. E o segredo do bife uruguaio é a força. Depois de cortada fina, a carne (tatu ou coxão de dentro são as indicadas) deve ser batida à exaustão entre duas folhas de plástico. À exaustão, para ficar bem fininho.

Na sequência, é necessário seguir o ritual de passar a carne na farinha, no ovo batido levemente, e na farinha de novo. Nessa ordem, sem concessões. O tipo de farinha é motivo de controvérsia, mas alguns apontam a farinha de rosca e a farinha de pão as favoritas. Para receber o bife, a frigideira deve estar muito quente. O óleo deve ter a altura suficiente para permitir que o bife seja ligeiramente afogado.

Talvez não seja a mais saudável das receitas, mas a crocância dos bifes uruguaios compensam qualquer sentimento de culpa.

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Fonte : Tramontina