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Umidade e mofo

| Dicas e Sugestões, Geral, Realidade | 3 de agosto de 2010

Viver com umidade e mofo é um perigo para a saúde. Os esporos produzidos pelo mofo podem agravar a asma e transmitem bactérias que podem causar infecções. Esse risco é maior em pessoas vulneráveis, como idosos, bebês, crianças e mulheres grávidas.

Como prevenir a condensação

A condensação é a principal causa de umidade. Quando a umidade presente no ar quente se choca contra uma superfície fria, ela se converte em água novamente. Nós produzimos, apenas através da respiração, um litro de água por dia pela condensação. Somando mais um litro do banheiro, mais três litros da cozinha e cinco litros das lavagens, a casa se transforma num lugar muito úmido.

Se a umidade não tiver por onde sair, penetrará nas superfícies frias e criará manchas de umidade, principalmente atrás do guarda-roupa no quarto, nos cantos do banheiro e atrás dos armários da cozinha.

Prevenir é melhor do que remediar, por isso mantenha a casa adequadamente aquecida e ventilada. Os exaustores ajudam a afastar a umidade dos banheiros e da cozinha. Se for preciso secar roupa dentro de casa, opte por um cômodo fresco, de preferência com a janela aberta. Vai demorar mais para secar, mas vai produzir menos condensação.

Como prevenir a umidade

Verifique se as calhas do telhado não estão quebradas nem entupidas, porque podem provocar umidade nas paredes externas.

Para prevenir que a umidade exterior penetre pelas paredes, verifique se a sua casa está bem impermeabilizada, principalmente se for uma construção antiga. Os porões são particularmente vulneráveis à umidade, pelo fato de se localizarem no subsolo. Para torná-los habitáveis, é necessário que sejam impermeabilizados, de acordo com as normas de edificação. Se são utilizados apenas como locais de armazenagem, é possível utilizar carvão, que absorve a umidade, para mantê-los secos.

Como limpar manchas de umidade e mofo

Uma mancha de mofo desaparece com a aplicação de vinagre, que evita seu reaparecimento. Se você tiver roupas armazenadas dentro de um armário que está encostado numa parede com umidade, elas podem cheirar mal. Uma maneira de remover o odor é lavá-las com suco de limão (verifique primeiro as instruções de lavagem) e secá-las ao sol. As enzimas que são assim produzidas ajudam a matar as bactérias e a eliminar o mau cheiro.

Fonte: Discovery Home & Healf

Na LojadoLar.com você encontra mais um aliado contra o mofo: Anti Mofo Eletrônico Mofim! De pequeno porte (um pouco maior que uma maço de cigarro) com um baixo consumo de energia (5 watts) e atinge até 10m³ em ambiente confinado.
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MOFIM não utiliza “refil” ou qualquer outro produto químico e tem anos de durabilidade.

Frutas no Calor

| Geral, Realidade | 18 de setembro de 2009

Energéticas, hidratantes, vitamínicas e pouco calóricas.

São algumas propriedades saudáveis da fruta de verão, que atualmente, são mais fáceis de serem encontradas graças ao auxílio dos hipermercados, à exceção de algumas variedades, pode ser praticamente adquiridas em qualquer época do ano.

O Verão é a época do ano em que é mais fácil comer fruta. Uma porque o leque de possibilidades se alargar, outro, a chegada do bom tempo propicia a ingestão de alimen­tos frescos.

O calor pede frutas com grande concentração de água, como melancia, abacaxi, melão e ainda as cítricas laranja, acerola e goiaba (fontes de vitamina C). Sejam elas em sucos, vitaminas, saladas, etc.

Durante o verão, as frutas estão entre as opções mais recomendadas para o consumo diário, especialmente no café-da-manhã, como sobremesas ou nos intervalos entre as refeições, em razão de suas inúmeras qualidades do ponto de vista nutricional.

Não é aconselhado substituir refeições apenas por frutas porque a quantidade consumida será muito grande e a alimentação ficará pobre em outros nutrientes, como proteínas.

Possuem baixo valor calórico, teor elevado de água, presença de vitaminas e minerais, grande quantidade de fibras, fontes de energia e ocasionam uma rápida digestão, por isso as frutas alimentam, dão energia e regulam o funcionamento do intestino.
São compostas basicamente de água (80%), que mata a sede e hidrata o organismo.

Não há nada melhor do que tomar um suco natural geladinho quando o clima está muito quente, por isso existem sucos para todos os gostos e necessidades. Existem aqueles que melhoram a disposição, os que acalmam, os refrescantes, os antioxidantes, e por aí vai.

Aproveite a dica e escolha a sua fruta de hoje!

Equipe Brinox

O clássico que abraça

| Geral, Realidade | 11 de setembro de 2009

Um turista que desembarcar no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, em um domingo de Grenal, considerado por muitos o maior clássico do futebol brasileiro, será surpreendido por bares repletos. É cedo, mas colorados e gremistas fardados disputarão cada mesa disponível como de fosse a última bola do jogo.

No horário do almoço, as churrascarias estarão abarrotadas de clientes aflitos, preocupados em pagar a conta o mais rápido possível na tentativa de chegar ao estádio, que estará lotado, para acompanhar o clássico centenário. Se passar pelos parques da cidade, o turista verá tricolores e alvi-rubros em igual número desfilando com as cores do clube. No táxi, o condutor perguntará sobre a preferência futebolística do turista e o passageiro não terá alternativas senão declarar paixão pelo vermelho ou pelo azul, sem desculpas ou atenuantes.

O turista provavelmente visitará um amigo e será convidado para assistir o jogo pela televisão. Será cortejado pelos demais convidados, empenhados em convencer o visitante a se apaixonar por Grêmio ou Internacional. É provável que receba mimos como uma camiseta oficial – possivelmente de ambos os clubes. A casa estará lotada de torcedores, a gordura da carne pingando sobre a brasa, cervejas empilhadas na geladeira, e não haverá outro assunto, apenas um intenso debate a respeito de esquemas táticos, como se todos os convidados estivessem na casamata.

Muito se fala sobre a violência entre torcidas, mas, para cada ato hostil, milhares de torcedores convivem em harmonia para esquecer da vida e afiar a lábia sobre o Grenal. O clássico enche restaurantes, agrupa amigos, cria o ambiente para um bate-papo entre desconhecidos. Não fosse a rivalidade, muitos porto-alegrenses adiariam os planos de abrir a casa para os torcedores, optando por um domingo em família. O clássico abraça todos que se encontram no território de Porto Alegre, residentes ou visitantes.

Fim de jogo. Atordoado pela intensidade da partida, visitante será convidado para conhecer novos amigos, reunidos para falar do resultado. Novamente, será intimado a declarar paixão por um clube e a conversa se estenderá até a janta. Se permanecer em Porto Alegre na segunda-feira, o visitante será abordado pelo porteiro do hotel sobre o placar final. No elevador, terá uma conversa de 15 segundos com desconhecidos a respeito da arbitragem de domingo. O funcionário da companhia aérea estará vestindo um broche vermelho ou azul no check-in.

O visitante chegará em casa e será perguntado sobre Porto Alegre. Responderá que viu o maior ponto do turístico da cidade, um monumento que não se toca, uma paisagem presente em todos os cantos, difícil de fotografar. “Vivi o Grenal”, dirá.

A Era da Frugalidade

| Geral, Realidade | 11 de setembro de 2009

Luxo é um conceito adaptável às circunstâncias. Na Idade Média, luxo era ter sapatos fechados. No deserto, luxo é um copo d´água.

Atualmente, com o mundo repensando a relação com a natureza e a natureza do desenvolvimento econômico, arquitetos e decoradores estão cada mais mais preocupados em criar novos conceitos para o luxo. Se há pouco tempo o luxo era um armário de madeira nobre e quadros em molduras folheadas a ouro, agora, os projetos ditos luxuosos investem matérias-primas certificadas e soluções simples, mas que refletem preocupação com o meio ambiente e com a funcionalidade.

Em uma palavra, o luxo, que já esteve próximo do esbanjamento, virou frugalidade. A sobriedade e a moderação são os valores mais refletidos nas últimas mostras arquitetônicas do país. A decoração que investe em jardins internos tem superado os projetos onde quadros e esculturas caríssimas ganham destaque. Mais do que demonstrar que o cliente pode se dar ao luxo de viver cercado de objetos bonitos e caros, os arquitetos estão buscando alternativas para mostrar que seus clientes estão preocupados com o futuro do planeta. Os metais nobres estão dando lugar à madeira de reflorestamento. As obras de arte abrem espaço para composições bem boladas de materiais reciclados.

Mudaram os valores. Os custos, no entanto, nem sempre são menores. Claro que madeira certificada custa menos do que uma peça de jacarandá da Bahia, mas decoradores e arquitetos cobram pelo serviço de encontrar materiais bonitos e sustentáveis e transformá-los em itens decorativos. Antigamente, um armário de madeira-de-lei se destacava por seus veios e nós, uma beleza intrínseca à matéria-prima, mesmo que não fosse um desenho primoroso e funcional. Hoje, as peças se destacam pelo design, e não pelo material em estado bruto. Nesta nova era, a beleza vem do raciocínio do homem sobre os objetos e sobre como eles podem se tornam funcionais e esteticamente atraentes, sem que prejudiquem o meio ambiente. Transformar lixo reciclado em obra de arte segue o mesmo processo: o artesão pode cobrar menos que um escultor famoso, mas enxergar beleza em matéria-prima barata é um valor que também pode custar caro.
Bem-vindo à Era da Frugalidade.

Presente à moda Texana

| Geral, Realidade | 11 de setembro de 2009

Dia dos Pais é um data para agradar pais. Nada como preparar um almoço em homenagem a eles.
A primeira opção que vem a cabeça é preparar um churrasco. Pais adoram um churrasco. Mas aí surge
um problema: ninguém faz churrasco melhor do que eles. Como resolver essa equação? Uma ideia é
oferecer um almoço carnívoro, é claro, respeitando o estilo masculino, mas com um toque diferente,
um toque suculento: costelinhas de porco à moda texana, com molho barbecue.

Para fazer a receita, os filhos não precisam disputar os espetos com o pai – nem ameaçar o
posto conquistado por ele, tantos domingos depois, de melhor churrasqueiro da casa. Basta assar as
costelas em uma forma e pincelá-las com um molho adocidado. Depois de pronto, o prato fica
com uma aparência lustrosa que atiça o paladar dos convivas. E, na hora de servi-lo, não esqueça de
puxar o brinde em homenagem ao melhor pai do mundo, o seu.

Ingredientes:
1 kg de costelas de porco: limpe-as, retirando o excesso de gordura

Prepare o molho barbecue a moda texana:
1 xícara de chá de açucar mascavo
4 colheres de sopa de molho inglês
4 colheres de sopa de mostarda
Sal a gosto

Preparo:
1- Em uma panela misture todos os ingredientes e leve ao fogo até o
açúcar derreter.
2- Pincele a carne (que já deve estar numa assadeira) com o molho.
3- Cubra a assadeira com papel alumínio e leve ao forno alto por uns 50
minutos para a carne assar bem.
4- Retire o papel alumínio e volte ao forno até que fique bem dourada,
pincelando sempre com o molho que escorre. Isso faz a carne ficar dourada, e o molho, escuro.

A marcha do caracol

| Dicas e Sugestões, Realidade | 28 de abril de 2009

Em 1986, para contrapor a ética da velocidade, o italiano Carlo Petrini fundou um grupo chamado Slow Food. Lentamente, bem ao estilo proposto pelos seguidores da filosofia que prega mais atenção (e tempo) na degustação de alimentos e preservação de sabores locais, a organização vem crescendo e já conta com 80 mil participantes no mundo.
O pequeno grupo fundado na cidade de Bra, na Itália, se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989. Com quase 20 anos de idade, o movimento tem crescido como o principal defensor de uma verdadeira marcha ré na mudança dos hábitos de uma sociedade que vem sofrendo com a sensação de que não sobra tempo para nada apesar dos avanços da tecnologia que, em tese, deveriam economizar minutos preciosos com deslocamento, burocracia e comunicação.
“É inútil forçar os ritmos da vida. A arte de viver consiste em aprender a dar o devido tempo às coisas”, diz Petrini. O fundador da associação escolheu um caracol, molusco famoso pela lentidão, como símbolo da mudança. No Brasil, existem 15 grupos locais do Slow Food, de um total de mil unidades regionais espalhadas pelo mundo.
Além de reunir pessoas em torno do mesmo ideal de vida, o movimento também busca sensibilizar as autoridades a preservar a biodiversidade gastronômica de cada região, atuando como parceiro de organismos como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e até com o governo brasileiro. O Slow Food também tem se dedicado à educação do gosto, promovendo aulas para que as pessoas aumentem a percepção da boca e passem adiante os ensinamentos para as próximas gerações.
A associação está ligada até a Universidade de Ciências Gastronômicas da região do Piemonte, na Itália. Aqui, os alunos não têm aula de culinária e, sim, aprendem sobre a história, teorias e escolas da alimentação. Outro projeto curioso é a Arca do Gosto, que tem como objetivo redescobrir e catalogar sabores esquecidos, documentando produtos gastronômicos excelentes que estão em risco de desaparecer. Desde o inicio da iniciativa, em 1996, mais de 750 produtos de dezenas de países foram integrados na Arca.
O caracol está em marcha – a passos lentos.
Saiba mais: http://www.slowfoodbrasil.com/

Dilema ecológico

| Realidade | 28 de abril de 2009

Primeiro foram as sacolas dos supermercados. Agora, os novos vilões da humanidade são os copinhos plásticos, aqueles que ficam ao lado do bebedor em qualquer empresa. Eis que muitas pessoas preocupadas com o futuro do planeta estão em campanha contra o uso dos tais copinhos, aparentemente inofensivos.
Para evitar o consumo abusivo do derivado de petróleo, existe um movimento que sugere que cada funcionário de empresa leve seu próprio copo ou caneca para evitar o desperdício de copinhos, que são jogados fora após o primeiro uso. Mas uma reportagem do jornal inglês The Guardian coloca em xeque a eficiência da troca de copinhos por canecas.
Segundo o levantamento da publicação, uma caneca de cerâmica precisa ser utilizada centenas de vezes (talvez milhares) para compensar o impacto ecológico da aposentadoria dos copos de plástico. Acontece que os recursos naturais gastos para fabricar cada caneca são muito superiores aos utilizados para elaborar cada copo. Além disso, as canecas precisam ser lavadas, diferentemente dos copos, consumindo água e sabão. Existe ainda a ponderação de que as canecas são muito mais pesadas e, portanto, exigem mais esforços de transporte e mais combustível (ou seja, o mesmo petróleo que se pretendia poupar ao banir os copinhos). As respostas do jornal não são conclusivas, mas ajudam a dimensionar a eficácia das campanhas de mudança de hábito em prol do planeta.
E atenção: o próximo vilão está surgindo. Os esforços dos ambientalistas estão se direcionando, aos poucos, para os fabricantes de lenços de papel. Organizações como o Greepeace acusam empresas de desmatar florestas importantes para produzir o produto. Portanto, prepare-se para ressuscitar o antigo lenço de algodão.

Fonte : Tramontina

Segredo à Milanesa

| Geral, Realidade | 28 de abril de 2009

Não é preciso tomar um avião, sobrevoar o oceano e desembarcar em Milão, na Itália, para saborear um bife à milanesa de respeito. Basta cruzar a fronteira no extremo sul do Brasil e conhecer o Uruguai e suas maravilhas gastronômicas.

Assim que a cidade do Chuí para e se chamar Chuy, já no lado uruguaio, o visitante nota diferenças marcantes na mesa. O cachorro-quente, por exemplo, perde ervilha, o milho, a batata palha e todas as manias brasileiras. Se torna um mero lanche de salsicha de boa qualidade e pão – o famoso pancho. A transformação de cachorro-quente em pancho é imediata, ocorre no instante que se cruza a fronteira.

O mesmo ocorre com o bife à milanesa. No Uruguai, o bife à milanesa faz parte da cardápio básico. Supõe-se que tenha virado uma iguaria em Miontevideu e Punta del Este, onde milionários passam o verão e sustentam a boa gastronomia local, uma cultura que evolui há décadas com a presença de chefs experientes e tarimbados no balneário. E o segredo do bife uruguaio é a força. Depois de cortada fina, a carne (tatu ou coxão de dentro são as indicadas) deve ser batida à exaustão entre duas folhas de plástico. À exaustão, para ficar bem fininho.

Na sequência, é necessário seguir o ritual de passar a carne na farinha, no ovo batido levemente, e na farinha de novo. Nessa ordem, sem concessões. O tipo de farinha é motivo de controvérsia, mas alguns apontam a farinha de rosca e a farinha de pão as favoritas. Para receber o bife, a frigideira deve estar muito quente. O óleo deve ter a altura suficiente para permitir que o bife seja ligeiramente afogado.

Talvez não seja a mais saudável das receitas, mas a crocância dos bifes uruguaios compensam qualquer sentimento de culpa.

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Fonte : Tramontina

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